Segundo o Site - kotakuBR :
A história
- A história do jogo vai se passar em duas linhas do tempo, com a principal delas sendo em 2025. A “maior parte” vai se passar em 2025.
- É uma sequência direta de Black Ops.
- Vamos descobrir, enfim, o que aconteceu no fim de Black Ops – em tese, Mason não matou JFK de verdade, já que ele está em ação no novo jogo. Mas vai saber…
- A segunda linha do tempo vai ser no fim dos anos 80, perto do fim da Guerra Fria.
- A história será narrada por Frank Woods, do Black Ops original, que agora é um senhor de idade. Aparentemente ele não morreu, mesmo depois de tudo o que aconteceu no fim do primeiro jogo.
- Nos anos 80, o herói será Alex Mason, o protagonista de Black Ops.
- Em 2025, o personagem será David Mason, o filho de Alex. O relacionamento entre os dois será parte importante da história.
- No universo do jogo há uma segunda Guerra Fria acontecendo entre a China e os EUA devido à escassez de minérios de terras raras usados para fazer aparelhos eletrônicos e armas militares.
- A história é baseada em uma possibilidade real, já que a China (segundo a Treyarch) controla 95% das terras raras do mundo.
- Muitos dos elementos do jogo são inspirados no livro Wired for War: The Robotics Revolution and Conflict in the 21st Century, do autor P.W Singer.
- Boa parte da ação, na década de 80, vai se passar em pequenos conflitos na América Central.
- Dave Anthony, o diretor do jogo, deu a entender que será possível saber mais sobre o personagem “imaginário” Viktor Reznov. “Ele era, essencialmente, um fragmento da imaginação do jogador”, disse Anthony. “Será que era mesmo?”, interviu Mark Lamia, diretor do estúdio, meio que de brincadeira. “Vamos mais a fundo nisso?”, respondeu Anthony com um sorriso.
- O codinome de David Mason é “Section”.
- O vilão será um homem chamado Raul Menendez ; ele está colocando os governos da China e dos EUA um contra outro ao hackear seus robôs e outras armas tecnológicas.
- As missões da década de 80 vão mostrar o que motivou Menendez a começar esse plano na era atual.
- A história foi escrita do zero por David Goyer, co-roteirista de O Cavaleiro das Trevas e Batman Begins. Ele entrou na equipe do primeiro Black Ops durante o desenvolvimento. Ele queria “criar um vilão memorável” com Menendez.
- Menendez hackeou os robôs automatizados dos EUA e lançou um ataque em Los Angeles. Na missão que vimos, uma frota de “drones” está destruindo prédios no centro de LA.
- Vai existir pelo menos uma mulher soldado no jogo – uma piloto chamada Anderson. Ela causou um belo estrago durante a missão de Los Angeles.
- O presidente dos EUA em 2025 também é uma mulher, e ela aparece nessa mesma missão.
- O companheiro de David Mason é um soldado chamado Nelson que, aparentemente, é interpretado por Michael Rooker, de Os Mortos-Vivos (The Walking Dead).
- A Treyarch vai usar captura de corpo inteiro para representar os atores no jogo. Na demonstração tecnológica que vimos, havia homens e mulheres sendo capturados com a fidelidade que esperamos ver nesse tipo de projeto. James Burns vai voltar no papel de Frank Woods, obviamente.
As mecânicas
- Do que vimos em várias partes da demonstração, os robôs voadores podem ser controlados no combate e vão ter um papel importante no jogo. Os personagens têm controles para essas máquinas voadoras nos seus pulsos e podem usá-los para indicar alvos e pontos de interesse.
- Haverá perseguições a cavalo, pelo menos durante uma das sequências na década de 80. A Treyarch chegou até a levar um cavalo para a captura de movimentos no estúdio.
- Em certa parte da demo, o jogador passou a controlar uma arma anti-aérea e derrubou vários robôs inimigos.
- As partes com veículos estão de volta, incluindo uma com um VTOL futurista. Parte dessa missão era basicamente “sobre trilhos”, mas também era possível voar livremente e batalhar outros robôs.
- A história de Black Ops II vai ter variações – com escolhas e resultados diferentes. Oi? É, é isso.
- Em certo ponto, houve a opção de pegar um rifle sniper e dar cobertura ao seu esquadrão ou descer de rapel e avançar com eles. Essas escolhas, supostamente, levam a experiências de jogo levemente diferentes. Essa, particularmente, parece ser uma das menores variações do jogo.
- A maior parte dessas variações acontece devido ao Strike Force, que é um modo de jogo inédito com abordagem tática e final aberto, com cenários ao estilo “sandbox”.
O Strike Force
- As missões do Strike Force vão ser interligadas com a campanha solo e vão acontecer em vários lugares do globo.
- Será necessário jogar mais de uma vez para conhecer todas as missões do Strike Force.
- O Strike Force está incluído na campanha e não é um modo separado. Ele não tem multiplayer, mas isso pode aparecer no futuro. “Coisas como zumbis surgiram, originalmente, como destraváveis”, disse um representante da Activision. “Não estamos descartando essa opção”.
- Dependendo do resultado de determinada missão do Strike Force, a história vai mudar. “Você escolhe uma missão”, diz Lamia, “e essa é uma divisão da história. Digamos que haja três missões disponíveis – você não vai poder voltar e jogar todas. A história continua. Se você morre numa missão de Strike Force, morre na história”.
- Aparentemente, os personagens da campanha não aparecem no Strike Force.
- O Strike Force permite que você controle tropas e dê ordens com os botões R1/L1/LB/RB.
- Você também tem uma visão aérea, e ela permite identificar e sinalizar pontos no mapa.
- Vai ser possível controlar robôs voadores, robôs terrestres e robôs de vigilância, além de poder pular automaticamente para a visão de qualquer um dos membros do seu esquadrão.
- As missões do Strike Force vão se desenrolar de forma orgânica, mas estarão ligadas na história do single player. De certa forma, esse modo vai ser uma versão offline do multiplayer de Mass Effect 3.
- Eu acho que ouvi a voz de Kiefer Sutherland em um dos membros do esquadrão do Strike Force, mas não tenho certeza.
O multiplayer
- David Vonderhart, o diretor do multiplayer, diz que a nova filosofia do jogo é que “não existe um ‘tamanho único’”. Isso significa, segundo ele, que não existe só um jeito de jogar Call of Duty online. Por isso eles vão pegar elementos como a criação de classes, os Killstreaks e outros elementos para reavaliar tudo e ver o que realmente é ou não é sagrado.
- O multiplayer vai se passar todo em 2025. Não haverá missões ambientadas nos anos 80.
- Eles estão levando a comunidade de e-sports bem a sério. Em parte, isso significa que estão tentando deixar o jogo mais divertido de assistir.
- Dan Bunting, o diretor de online, mostrou uma demonstração dos gráficos melhorados. Apesar de esse assunto não ser o mais empolgante, as imagens estavam muito bonitas. Como eles próprios mencionaram, o objetivo é ter “a qualidade gráfica de um PC rodando a 60 quadros por segundo em um console”. Foi uma ilusão bastante convincente.
- Vimos dois mapas do multiplayer: um era uma vila no Iêmen cheia de natureza.
- O outro, chamado “Aftermath”, era nas ruínas de Los Angeles, supostamente depois do ataque dos robôs.
Os zumbis
- Os mortos-vivos estarão de volta em Black Ops II com novos modos de jogo inéditos.
- “Teremos mais zumbis e mais modos de jogo; simplesmente mais.”
- Os zumbis serão feito na “engine do multiplayer”. “Se você pensar em tudo o que podemos fazer com a nossa engine do multiplayer”, diz Lamia. “Você pode começar a imaginar o que teremos nessa parte”. Então tá.
- Por enquanto, os zumbis são a única parte do jogo em que o co-op está confirmado. A campanha e as missões Strike Force não parecem ter qualquer elemento cooperativo.
O primeiro vídeo (post abaixo), podemos notar muitas novidades, sendo, algumas bem inéditas na franquia.
Tive a sensação de ver um sistema de cobertura, acho que sempre faltou uma mecânica mais tática no Call of Duty. Com todas as novidades, robôs, cavalos, mulheres em combate, pois o jogo foi sempre muito machista, o sistema de cobertura seria uma revolução na franquia.




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